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𝗜𝗺𝗮𝗴𝗶𝗻𝗲 𝗾𝘂𝗲 𝘃𝗼𝗰𝗲̂ 𝗲́ 𝗼 “𝗱𝗼𝗻𝗼” 𝗱𝗲 𝘂𝗺 𝗲𝗻𝗼𝗿𝗺𝗲 𝗴𝗿𝘂𝗽𝗼 𝗱𝗲 𝗲𝗺𝗽𝗿𝗲𝘀𝗮𝘀 𝗲 𝗽𝗿𝗲𝗰𝗶𝘀𝗮 𝗰𝗼𝗻𝘁𝗿𝗮𝘁𝗮𝗿 𝘂𝗺 𝗖𝗘𝗢 𝗽𝗮𝗿𝗮 𝗹𝗶𝗱𝗲𝗿𝗮𝗿 𝗼 𝘀𝗲𝘂 𝗴𝗿𝘂𝗽𝗼.

Ao final do processo seletivo, dois candidatos serão entrevistados por você e também terão a oportunidade de passar por uma dinâmica juntos.



Nas entrevistas individuais você faz perguntas sobre como o candidato vai gerenciar seus negócios, estratégica e operacionalmente, mas as respostas são incompletas ou evasivas!

Você faz perguntas sobre situações do dia a dia para tentar descobrir mais sobre comportamentos e valores pessoais dos candidatos. Mas as respostas têm algo de um discurso preparado, não revelando de fato quem eles são.

No encontro reunindo os dois candidatos, a dinâmica consiste em que eles façam perguntas um ao outro, como se eles fossem você, e precisassem decidir quem será contratado.

Mas ao invés de perguntas propositivas, o diálogo entre eles é feito de forma a mostrar porque o outro não deve ser contratado.

Você conclui o processo um tanto desanimado, mas precisa escolher um dos dois e não há mais tempo para reiniciar o processo com candidatos diferentes.

No universo corporativo, candidatos a uma vaga com essas características, jamais chegariam à “reta final” do processo seletivo.

Sei que no universo político é diferente! Que pena!